
Quando eu vou para São Paulo acontece uma coisa muito loca, meu absurda, e que definitivamente deveria acontecer mais vezes: o tempo dura mais. De alguma forma sobrenatural, esse meu instinto turista ressurge de toda aquela preguiça corriqueira e grita: milena, aproveita teu dia! É assim que, desafiando qualquer filmeco de ficção científica, eu faço o meu dia valer umas 30 horas.
Desta vez não foi diferente. Em três dias eu fiz mais do que faria em uma semana. Depois de muita maratona entre metrôs, poluição (sim, ela afeta esse meu pulmãozinho ilhéu) e Av. Paulista (puta avenida, meu!), cá estou eu de volta para o meu aconchego, com bunda e pernas doloridas, carteira zerada e espírito renovado. QUER MELHOR? O Fernando foi junto. E viajar junto é outra coisa. Ter alguém pra comentar sobre o velhinho fazendo karatê no Parque Ibirapuera ou pra dividir as sensações únicas promovidas por Melona - o melhor picolé, não tem preço.
Como meu digníssimo também temo pesar a alegria de ser redator publicitário, o percurso logicamente incluiu agências fodonas (Africa, DPZ, Age e Talent) e amigos-que-trabalham-em-agências-fodonas. É tudo lindo, grande e talvez seja este o único motivo dessa leve depressãozinha em retornar. Oi, realidade!
De resto, fizemos MUITA coisa. Passeio cRássico na Liberdade, voltas e voltas na Av. Paulista, Teatro, tour pelo centrão (segura a bolsa!), Parque Ibirapuera, almoço com pessoas queridas (Beijo Dóris e Tobogã!), jantar e cafés em lugares gostosos, momento flashback com antigas amigas lindas, além do desfalque lendário na livraria Cultura e na Sanrio.
Eu tinha a intenção de colocar todo o roteiro aqui, com fotos coisa e tal, mas meu bom senso logo veio avisar que o post iria ficar maior que o último Guia de Viagem. E para isso é que o blog do Zeca Camargo existe. Portanto, fiquem só com os melhores momentos desse meu pequeno tour.
Aí sou eu ganhando uma bitoca quente na Liberdade. Um pouco antes de descobrirmos o restaurante com sushi barato e virarmos dois pedreiros japoneses.
私は菓子を知っている!(Docinhos gostosos!) - com exceção do doce de feijão (sim, de feijão). O biscoitinho de koala é tão gostoso e lindo que eu tô até com dó de abrir a última caixa que tenho aqui.
Obviamente o sorriso veio antes de comer o docinho de feijão.

Desta vez não foi diferente. Em três dias eu fiz mais do que faria em uma semana. Depois de muita maratona entre metrôs, poluição (sim, ela afeta esse meu pulmãozinho ilhéu) e Av. Paulista (puta avenida, meu!), cá estou eu de volta para o meu aconchego, com bunda e pernas doloridas, carteira zerada e espírito renovado. QUER MELHOR? O Fernando foi junto. E viajar junto é outra coisa. Ter alguém pra comentar sobre o velhinho fazendo karatê no Parque Ibirapuera ou pra dividir as sensações únicas promovidas por Melona - o melhor picolé, não tem preço.
Como meu digníssimo também tem
De resto, fizemos MUITA coisa. Passeio cRássico na Liberdade, voltas e voltas na Av. Paulista, Teatro, tour pelo centrão (segura a bolsa!), Parque Ibirapuera, almoço com pessoas queridas (Beijo Dóris e Tobogã!), jantar e cafés em lugares gostosos, momento flashback com antigas amigas lindas, além do desfalque lendário na livraria Cultura e na Sanrio.
Eu tinha a intenção de colocar todo o roteiro aqui, com fotos coisa e tal, mas meu bom senso logo veio avisar que o post iria ficar maior que o último Guia de Viagem. E para isso é que o blog do Zeca Camargo existe. Portanto, fiquem só com os melhores momentos desse meu pequeno tour.
Aí sou eu ganhando uma bitoca quente na Liberdade. Um pouco antes de descobrirmos o restaurante com sushi barato e virarmos dois pedreiros japoneses.
私は菓子を知っている!(Docinhos gostosos!) - com exceção do doce de feijão (sim, de feijão). O biscoitinho de koala é tão gostoso e lindo que eu tô até com dó de abrir a última caixa que tenho aqui.
Obviamente o sorriso veio antes de comer o docinho de feijão.
Jantar no Viena com a melhor guia-tia-madrinha-segunda-mãe que existe.
(Momento turista) E eu quase não amo Melissa, né. Caí pra trás na Galeria. E levei "souvenir" de lembrança, como toda boa turista consumista e tarada por plástico que se preza.
E teve o desfalque na Sanrio, lugar que transforma dinheiro em coisas absurdamente lindas (Luana, vou deixar pra crescer amanhã!)
Se eu não disser que é no Ibirapuera, dá pra adivinhar que é São Paulo?
Amo tanto este lugar que nem ligo de sair com cara de canudo na foto.Por fim, a obra cinematográfica da eterna paulistana encantada com a natureza em meio a prédios e fumaças:
Assistam em alta qualidade no youtube, perfavor.
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Eu já falei dessa revista eletrônica aqui e vale a pena falar de novo. Surpreende pelo conteúdo bem feito e pela facilidade na navegação, com reportagens simples e objetivas. O assunto que anda rolando por lá nessa edição envolve os nossos tão famosos Hits Musicais. Da fama à exaustão, aquela musiquinha boa e agradável pode, num instante, banalizar e virar um chiclete grudento, que muitas vezes enche o saco até do próprio cantor (Justin Timberlake que o diga, coitado). Vai lá e dá uma lida que tá bem boa a matéria.
Assistam em alta qualidade no youtube, perfavor.
E é mais ou menos isso. Acho que amo tanto São Paulo porque lá existem mil coisas para serem feitas e experimentadas. É gente diferente, programas diferentes, gostos e cores que fazem uma reinvenção até no dia-a-dia mais borocochô (só não ganha do verão em Floripa!). Em dezembro tô de volta, pra comer Melona, morrer de andar toda a Paulista e sentir de novo essa terrinha que mesmo quando tem garoa, continua boa.
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Eu já falei dessa revista eletrônica aqui e vale a pena falar de novo. Surpreende pelo conteúdo bem feito e pela facilidade na navegação, com reportagens simples e objetivas. O assunto que anda rolando por lá nessa edição envolve os nossos tão famosos Hits Musicais. Da fama à exaustão, aquela musiquinha boa e agradável pode, num instante, banalizar e virar um chiclete grudento, que muitas vezes enche o saco até do próprio cantor (Justin Timberlake que o diga, coitado). Vai lá e dá uma lida que tá bem boa a matéria.






