Dos pés à cabeça.


Se você resolver bater um papo em inglês com alguém sobre as alegrias e dramas de viver sua vida, provavelmente usará uma expressão muito curiosa: in my shoes. Essa maneira engraçada de traduzir o fato de alguém se sentir “no seu lugar”, usa nada mais nada menos que sapatos para exemplificar as coisas. É simples: in my shoes, ao pé da letra, quer dizer “em meus sapatos” - ou metaforicamente, “em meu lugar”.

É fato que existem milhões de expressões engraçadas, mas essa sempre me chamou a atenção. Seria mesmo possível se sentir no lugar de outra pessoa só por calçar seus sapatos? Fatos cotidianos me provam que sim. Por exemplo, minha amiga Luana quase realmente se transforma quando usa um scarpin de onça. O efeito positivo é tamanho, que não duvido sentir a mesma coisa calçando um par daqueles. E se eu pudesse ir mais longe e calçar os sapatos de Rubi da Dorothy, viajaria quilômetros usando apenas o poder da indústria calçadista.

Mas nenhum exemplo consegue provar tão bem o efeito do sapato na personalidade de alguém quanto o caso do meu pai.

O caso do meu pai.


Conheçam Boni. Boni é um homem simples, porém inteligente à beça. Algumas vezes carinhoso, severo na maioria, enfim, o exemplo de pai de família. Em seus pés, nada além de um charmoso par de sandálias Itapuã. Bom, charmoso aos olhos dele. Por conta das “belas” tiras de couro, até um passeio à padaria tornava-se fatigante. Não havia conforto, nem elegância. Mas como tirar a centenária sandalinha Itapuã do Boni?

Num ato estratégico, minha mãe (e sua admirável ousadia) resolveu fazer do último Natal um tempo de mudanças. Foi até uma loja  e comprou um par de tênis, desses modernosos, além de meias compridas e igualmente esportivas, tudo de presente para o maridão.

Foi a revolução. Desde aquele abençoado 25 de dezembro, não se vê Boni sem tênis. Até para ocasiões mais formais, é um custo tirar o bendito do pé. Aquele homem pacato e simples tornou-se o mais novo garotão da família. Quase um irmão mais velho. Esses dias peguei o cara com camiseta de skate, todo malandrão, o que prova que até o guarda-roupa mudou.

Papai Boni virou uma outra pessoa. Agora são caminhadas constantes, vitalidade contagiante e sandálias de couro no fundo do armário. Tudo por causa de um detalhe que, literalmente, mudou o homem dos pés à cabeça. “Vou deixar as sandálias velhas pra mais tarde”, diz ele. No seu lugar – ou nos seus sapatos – eu diria o mesmo.



Promoção Melissa
Ainda está rolando, moças. Na verdade, estará até maio. Já sabem: vão ao site da Melissa, completem a historinha, digam que ficaram sabendo da promoção por mim e concorram a uma viagem à Nova York. Fácil assim. Aprendam: quando a sorte chama, é bom ouvir.
Cliquem pra ler a história da Rayssa. E votem, que tá muito merecido.


Melissa




Se tem uma marca que me deixa toda nostálgica e admirada pelo crescimento que teve, é a Melissa. Eu que não sou de deixar assunto por cima, resolvi ir à fundo no amor pela sandalinha de plástico e fiz meu TCC sobre ela. Pronto: criou-se aí uma relação que supera até os calos e machucadinhos intermináveis que a bendita me traz.

Pode-se dizer que a Melissa nasceu de um garrafão de vinho, ou melhor, da proteção de plástico ao redor dele. Entre trancos e barrancos acabou virando o ícone pop-glam-fashion que a gente já conhece. Tudo com publicidade, pesquisa e muita ousadia com o pé no chão. É ou não é tirar o chapéu?

Quanto ao TCC, melhor não podia ser. Recebi muita ajuda (e brindes!) da Grendene e da W/Brasil (agência que ficou mais tempo até hoje com a conta), e no final de tudo recebi diplominha de melhor TCC da turma. Né mole não, amigos.

Visto o grande chamego pé-com-pé que se formou entre nós, a cada coleção eu quase sapateio de felicidade. Não só pelos modelos (são cruéis com meu pé torto), mas por observar toda a estratégia que é montada ao redor – e que funciona que só vendo – principalmente quando envolve gente real assim, que nem eu e você.
Portanto, quando me convocaram pra avisar a mulherada da nova promoção que está rolando, constatei que é mesmo coisa do destino. E agora eu peço atenção total da caravana que veio de Melissa, porque é coisa boa mesmo:




Apertem os cintos, senhoras, que a nova coleção tem a ver com viagens. E quando se trata das Viagens de Melissa, pode esperar que o lugar é sempre incomum, mas delicioso. Nos anúncios criados pela Casa Darwin, as sandálias vão até a Tribo das Estrelas, Ilha dos Ecotecs e Deserto dos Pastores Orientais. Mas com um pouco de criatividade e gingado no teclado, você pode ganhar uma viagem até New York com alguém que você escolher.

Pra participar, tá moleza: Vá até o site da Melissa, clique em “Participe da promoção” e escolha algum ”lugar fantasioso” para ir. Sua missão agora é completar bem bonitinho a história que já foi começada. Não precisa ser Shakespeare não, meu bem. Mas faz bonito que você literalmente vai longe.

A tia aqui só pede pra que, na hora do cadastro, você tenha compaixão dessa blogueira que vos fala e marque que soube da promoção por mim. Em troca você manda aqui o link da sua história que te ajudo a fazer a maior boca de urna, ok?


Ajudem essa pobre mulher!

Desejo pra todas muita sorte e boa viagem. E que quem ganhar me traga algo mais legal do que um ímã de geladeira quando for a NY (é o singelo presente que amigos trouxeram de lá). Adorei viu, gente. ¬¬





PS: Essa semana é pra votar na Jenny! Clica pra ler outra história que eu achei linda, linda.



Ou aquilo.



O menino foi dormir e acordou decidido a virar padre. Bateu um santo, apareceu um anjo, não dá pra dizer bem o que aconteceu. Mas deu alguns anos e lá estava o moleque, já um pouco mais moço, vestindo uma batina e batizando um rebento. Podia ter virado bombeiro, marceneiro, bancário como o pai queria. Que nada, resolveu seguir a bíblia. Mas vai pedir pra ele explicar porque escolheu assim, vai perguntar. O pobre coração imaculado não vai saber dizer.

Pois no meu caso é a mesma coisa. Não que eu esteja decidida a virar beata, Deus sabe que minha cota não está lá aquela maravilha. Mas tomei uma decisão que veio assim, de dentro, pulsando, mordendo, dançando um frevo e mandando em tudo: mudei. A principal diferença da trajetória do rabino é que em vez de anjo, eu vi a dona Cecília.


Meireles, prazer. Foi com seis anos que a aparição aconteceu. Em forma de livro - graças a Deus - porque eu nunca fui muito simpatizante do Gaspar. Com essa idade eu já escrevia horrores, talvez até literalmente, visto que os textos eram bem primitivos. Mas já apareciam na prova da primeira série, no muralzinho da escola e (cruzes) até no santinho de falecimento da avó.

Foi nessa época aí que o tal livro “Ou isto ou aquilo” caiu na minha mão. A partir daí nem macumba me faria mudar de idéia. Eu gostava de ler, gostava de poesia, mas aquilo meus amigos, aquilo era o extremo da alegria. Pois virou minha bíblia naquela época, ou até mais: virou uma porta que eu mantenho escancarada até hoje.


De fã, virei herdeira. Herdei o gosto pela poesia, pela leitura, e não sei se foi praga do nome do livro, mas cresci absurdamente indecisa. E com um uma puta vontade de escrever. Juntando tudo daria numa coisa meio mais pra lá do que pra cá. Deu numa publicitária.

E publicitária que gosta de escrever vira o quê? Redatora. Do tipo frustrada. Que se propõe a matar a sede com um conta-gotas. Faz lá seu portfólio bonitinho e enche de sacadinhas engraçadinhas, só pra se sentir extremamente sem graça no final.

Deus que me perdoe, mas nasci inconformada demais, determinada demais, capaz de fazer o pai bater na mesa e a mãe botar a mão no peito. Ou de simplesmente ter coragem para mudar de vida (ou de profissão).

E foi assim. Joguei tudo pro alto antes que tudo me jogasse pra baixo. Fiz a curva brusca, atravessei a rua sem olhar, mudei, me atirei. Assim, logo depois de uma grande formatura. Pra virar escritora, roteirista, ou só para satisfazer uma vontade minha, da forma mais mimada, inconseqüente e estranhamente sensata.
Os tempos do “Ou isto ou aquilo”, terminaram, minha gente. Esse tempo agora é meu.




Quem sobe nos ares não fica no chão,
Quem fica no chão não sobe nos ares.
É uma grande pena que não se possa
estar ao mesmo tempo em dois lugares!
Cecília Meireles - Ou isto ou aquilo


AGONIZANTE

Por Fernando Cabral

"Eram os últimos 5 minutos da sua vida.
Caminhar por aquela casa, nunca pareceu tão difícil.
Pisar novamente na cozinha, trazia lembranças.
O longo corredor estava mais longo do que em qualquer outro dia.

Ela conhecia cada centímetro, cada cômodo, cada gaveta, cada canto e segredo daquela casa. Mas conhecia pouco de si. Tão pouco quanto os outros.

Em poucos minutos as crianças voltariam da aula.
E como sempre faziam, atravessariam a casa sem a perceber, uma invisível. Com o tempo se acostumou à indiferença. Não merecia atenção especial de quem fosse, vivia das migalhas. Mas não reclamava. Na verdade, até preferia assim.

Agora, só lhe restavam 2 míseros minutos de vida.
Já não era possível caminhar normalmente e se arrastava no chão em direção à porta. Confusa, olhava as paredes e fazias as pazes com cada rosto nos retratos, perdoando pelas desavenças, perseguições, ameaças e pela indiferença.

Não havia tempo para mais nada. Num último esforço,
virou-se de costas no assoalho frio.
E observando o teto, cruzou sobre o peito as mãos.
E despediu-se do mundo, a barata."


(Agora vocês entendem porque é que eu tenho tanto orgulho dele.)

Uma vida de primeira



Não é preciso ter o coração de um querubim pra saber que todo mundo merece uma segunda chance. Pelo menos é isso que dizem, e eu concordo: tudo que dá errado, na teoria (e dependendo do caso), deveria ganhar uma nova tentativa. Foi acreditando nessa filosofia bonita e sonhadora que muito malandro já escapou do chinelo, ou muitos namoros apostaram num remember. Com a sensacional borracha do perdão, tudo (ou quase tudo) pode mudar na próxima.
Mas a doce regrinha também tem seu lado salgado, e acabou deixando alguém de fora. Enquanto a maioria das situações dorme sossegada com a possibilidade de um replay, tem uma coisa que se retorce, e normalmente de frio na barriga: a primeira vez.
Tudo pode tentar de novo, menos ela. O dia pode amanhecer mais bonito, a próxima nota pode vir mais alta, a próxima tentativa pode dar em acerto, enfim, tudo tem próxima. Só a primeira vez que não tem. Isso porque a primeira vez só tem uma chance de ser boa, de fazer bonito. É só um momento, rápido, diferente e marcante. Às vezes agonizante, mas sempre único. E é justamente por ser única que a primeira vez nem precisaria de próximas vezes. Afinal, é ela que acaba durando para sempre.
A primeira vez é uma das únicas situações em que a falta de experiência compensa. Se tudo der errado, no mínimo, o saldo positivo é o do aprendizado. É como andar de bicicleta: depois da primeira, você sabe pra sempre. Dá frio na barriga, mas depois o coração é que esquenta.
Por isso geralmente as primeiras vezes são boas, independente de como aconteçam. O primeiro amor, a primeira bebedeira, o primeiro beijo, passar de primeira no vestibular. Ter primeiras vezes é ter história. E nessa história, o primeiro pedaço do bolo é sempre seu.
Que tudo o que você fizer na vida tenha gostinho de primeira vez. Uma primeira vez empolgante, nova, imponente e inesquecível. Daquela que te faz lembrar que está vivo, só pra querer viver mais. Porque a parte mais gostosa da vida é experimentar. E, para experimentar, meu amigo, você só precisa de uma primeira vez.



Este texto estará na primeira edição do caderno Kzuka , do jornal Diário Catarinense(RBS) aqui em Santa Catarina. Sai no dia 04/abril e eu tô bastante ansiosa pra ver!
Ah, a pauta era "primeira vez".



Quando a estrela é cadente.



Se quem tem fama deita na cama, é bom avisar que nem sempre o colchão será de molas. Digo isso porque vejo cada vez mais exemplos famosérrimos por aí provando que, enquanto Hollywood fica numa esquina, a rua da amargura pode estar logo na outra. Não sei explicar bem o que acontece com essas recém-estrelas, que andam se apagando tão rápido. Por outro lado também não entendo aquelas celebridades fixas, que com tanto dinheiro acumulado poderiam passar a vida viajando pelo mundo, mas preferem viajar numa substância. Tantos casos de fama mal resolvida me fazem pensar se vale mesmo à pena se esforçar pelo holofote. Se bem que, hoje em dia, esforço é o de menos, já que a fama entrou em liquidação. Tem Big Brother, Youtube, Fotolog, American Idol, MySpace e o raio que o parta. Tudo muito simples e com visibilidade garantida. Aí já viu, é celebridade pra todo lado, tentando garantir os preciosos 15 minutos.
É por banalizar tanto as revistas e deixar pra escanteio gente com talento que esse negócio de fama anda muito relativo. Por isso eu estou aqui para defender as alegrias do anonimato! Não sou a turbinada da novela mas posso ir à padaria na maior tranqüilidade. Posso repetir roupa, fazer cena na balada, dar uns pegas com o namorado na praia e voltar pra casa, feliz da vida. Tá certo, não tenho grana, nem champanhe, nem jatinho. Mas também não tenho que dar satisfação para os outros quando tudo isso acabar. Porque acaba.


Pauta para o Tudo de Blog - Revista Capricho: "Vale tudo pela fama?"

Ela não sabe guardar segredo.

Ontem assisti à Oprah. Realmente me impressiono com as coisas revolucionárias que ela traz ao programa, que vão desde dramas de superação ao incrível recorde mundial do homem que botou 100 pessoas numa bolha de sabão (!). Viva o entretenimento feminino.
Mas ontem, miss money maker falava de um assunto que mais me instiga do que entretém: aquela tal da lei da atração. Sim, ela de novo. Mais famosa do que milho na beira da praia. Uma magia louca e ao mesmo tempo lógica que fez um bando de escritores ganhar dinheiro. Também pudera, olha a bosta que o mundo está. Num mundo individualista e que, quando bom, é meramente ilustrativo, quem sabe fazer milagre manda. Quem tem dinheiro também. E quem não tem nenhum dos dois, lê "O Segredo", de Rhonda Byrne.

Que de segredo, convenhamos, já não tem nada. E, apesar do tom sarcástico, eu acho tudo isso bastante positivo. Vamos nos acalmar, minha gente: há uma luz no túnel! Precisa de dinheiro? Basta colar um cheque na parede. Precisa de namorado? Basta se olhar no espelho e ficar se querendo.
No fundo, fico é muito feliz por vivenciar esta era do "querer é poder". Não que eu ache que um carro aparecerá na minha porta só por eu imaginar que tô à mil no volante. Mas é bastante óbvio que quando você pensa positivo a ponto de virar uma boba alegre, tudo fica bom. E, isso não acontece por causa da ‘lei divina do pensamento positivo', e sim porque quando você está de bom humor, até o que é ruim deixa de ser tão ruim assim. Cocô de passarinho no carro? Pois veja só como a natureza é bela!

Até aí, novidade nenhuma pra mim. Só que, se antes eu era chamada de "sonhadora discípula da Pollyana", hoje tenho o apoio de milhares de pessoas. A moda agora - finalmente - é ser otimista. Burra fui eu de não lançar um livro falando disso.
Tudo muito lindo até aqui, mas Oprah foi além. Trouxe lá uns cinco entrevistados que se deram bem da noite pro dia e botou na roda um truque espetacular para arranjar o marido dos seus sonhos: fazer uma lista.
Que nem lista de supermercados, sabe? Só que ao invés do miojo, banana katurra e danone de morango, você coloca aqueles itens indispensáveis, que variam, como diria Marisa, de mulher pra mulher: olho verde, cabelo ruivo, gosta de pescar, imita o John Lennon, curte uma luta livre, enfim, tudo o que você quer ver no bonitão. Aproveite, meu bem, que agora você pode. Use o lápis como varinha de condão e resolva sozinha seu problema de matrimônio. E depois disso, espere.

Segundo as comadres do sofá da Oprah, é batata. Ou melhor, é véu e grinalda. E o bendito virá justamente do jeito que você pediu. Depois dessa milagrosa receita (de bolo de casamento) muito me admira que a porcentagem de esposas ricas não tenha triplicado nesse meio tempo. Ricas e cônjuges de galãs, sensíveis, bem humorados...
Quem é mulher e já sofreu na mão de um condenado sabe que fazer a listinha, nem que seja mentalmente, é uma baita terapia. É reconfortante saber que pelo menos num papelzinho surrado aquela tua metade da laranja existe. Ridículo? Ora, mortal, não ouse duvidar da lei da atração!

Eu particularmente, apesar de já sofrer o diabo com representantes do gênero, nunca estive nem aí pra listinha ou o que fosse. Largar mão da perfeição é a melhor coisa que todo mundo pode fazer.
Aí o tempo passa e num belo domingo à tarde, você olha pro lado e vê. É ele, justo ele. E como é que ele veio, assim, tão perfeito, tão pra você, se nem a bendita listinha foi feita? Se nem segredo, Rhonda (belo nome) ou Oprah você ouviu? Ah, minha gente, aí é que mora o segredo. O verdadeiro, o enorme, o que nunca caberia num livro. E que fez, inacreditavelmente, tudo dar certo até aqui: largar a expectativa pra se virar com alguma coisa real.
Quem consegue fazer isso pode até não estar, de fato, rico, bem casado e bem sucedido. Mas tem a mesma sensação dos que estão.

E foi no Capricho!

Só queria avisar vocês, minha nobre meia-dúzia de leitores, que meu textinho estreante de colaboradora do Tudo de Blog da Capricho acabou indo pra revista (a desse mês). Gente, que emoção.

Seria uma emoção realmente bonita se eu não fosse neurótica. E tomasse consciência, antes de mais nada, que agora bastante gente deve estar entrando aqui pra dar aquela fuçada amiga.

Eu não sei medir palavras, isso fica evidente. Vale lembrar também que o que rola por aqui é bastante particular, então quem quiser criticar a vida alheia pode ir direto pro blog do Leão Lobo.

Mas opiniões sobre os textos são sempre bem vindas, viu?